quarta-feira, 6 de julho de 2016

Saiba identificar os sinais de que os negócios não vão nada bem
Pesquisa realizada pelo IBGE recentemente, apontou que 50% das empresas no Brasil encerram suas atividades após 3 anos. No entanto, quando se toma a decisão de empreender, de ter o próprio o negócio, os planos são para o futuro, pensando de forma perene. “Não Seria racional pensar em falência ao abrir uma empresa, dá até azar diriam algunsexplica Fábio Yamamoto, especialista em auditoria e controladoria, sócio da Tiex, Empresa de consultoria e gestão corporativa financeira. “Não há motivos para pensar em fechar a empresa no momento de abri-la, mas é preciso ter estratégias para mudanças de rumo caso todo planejamento vá por água abaixo.” diz Fábio.

Segundo o especialista, o planejamento envolve pensar em alternativas para o que eventualmente vier a dar errado, e muitas vezes tanta coisa acaba dando errado, que é preciso se preparar para desistir do negócio e partir para outra.Especialmente na cultura empresarial brasileira, reveses são vistos apenas como incompetência, o que pode ou não ser verdadeiro, mas insucessos, “quebrar” uma empresa não tem somente aspectos negativos. Em muitos países o fracasso é visto como uma experiência positiva, pois acrescenta à experiência deste profissional uma lista de coisas que não se deve fazer “ diz Fábio.
 “A verdade é que não há resposta precisa, não existe uma fórmula mágica para definir o momento de abandonar o barco. O que existem são alguns indícios de que as coisas não vão bem e que qualquer ação que seja feita, não surtirá efeitos suficientes para virar o jogo.” completa Fábio.

Veja abaixo alguns dos indícios apontados por Fábio Yamamoto, sócio da Tiex:
*Mudar o Foco
Primeiramente não se trata de desistir, e sim mudar de rumo, forma correta para se encarar o fechamento de uma empresa ou de um negócio. Até porque muitas vezes não significa simplesmente fechar a sua empresa, muitas vezes significa mudar os rumos, mudar o foco, o mercado de atuação, o mercado alvo, existem inúmeras formas de se reinventar sem necessariamente ter que simplesmente “baixar as portas”.
*Resultados Negativos
Primeiro, a empresa gera resultado positivo, ou seja, gera lucro ou gera caixa? É rentável? Se a sua resposta for não, e a sua empresa não está em fase pré-operacional ou em fase inicial de operações, é hora de começar a se preocupar. Resultados negativos irão aos poucos minando a capacidade de investimento e operação de sua empresa, eles podem até ser considerados normais por curtos períodos de tempo ou esporadicamente, mas gerar resultado negativo constantemente e por longos períodos é sinal de que algo está errado.
Entender os motivos que levam a sua empresa a gerar resultados negativos, ou até mesmo resultados positivos, mas insuficientes para justificar a sua manutenção, é de extrema importância e pode trazer as respostas para a pergunta.
*Concorrência
O negócio não gera resultado porque a concorrência é acirrada demais o que lhe obriga a operar com margens extremamente baixas? Falta divulgação do seu negócio? A concorrência tem produtos melhores por custos similares, ou produtos similares por custos inferiores? Seu negócio é escalável, ou seja, existem perspectivas de crescimento exponencial?
Outras questões mais delicadas precisam ser respondidas, e lembre-se de forma franca, mentir para si mesmo não ajudará em nada. Seu negócio esta sendo mal administrado? Seu produto simplesmente não é bom como você achava que era? Sua avaliação do mercado potencial estava equivocada?

*Dívidas
Outro fator precisa ser considerado, o quão endividada sua empresa está?
Sempre prego que o endividamento não deve ser visto como vilão, e mantenho essa visão, com planejamento é possível operar de forma alavancada, obviamente desde que o retorno do investimento efetuado supere as taxas de juros contratadas.
Isso significa que um empréstimo tomado a “x” por cento de juros deve resultar num lucro de x + y, só assim a conta fecha.
Contudo se seu endividamento gera encargos e sacrifica seu caixa em valores muito superiores ao seu lucro ou geração de caixa, é hora de parar para pensar se, seu endividamento foi mal contratado e conta com taxas excessivamente altas ou se o seu negócio mal consegue retorno para remunerar a alavancagem, no segundo caso a questão é mais profunda e talvez seja a hora de começar a repensar o seu negócio.
Adicionalmente quanto de seu patrimônio pessoal está em risco nesse negócio? Dívidas pessoais foram contratadas para tentar manter o negócio de pé?
Com toda certeza existem diversos outros fatores a serem levados em consideração antes de fechar uma empresa, mas se você não vê perspectivas de melhorar a rentabilidade da sua empresa, se o endividamento já está prejudicando a atividade normal de sua empresa e você começa a ser afetado diretamente com seu patrimônio pessoal sendo colocado em risco, eu diria que existem bons argumentos para pensar em atualizar seu currículo ou pensar em um novo negócio. Lembrando que isto não deve ser visto como algo a se envergonhar.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

4 Atitudes que podem levar um empreendedor à falência...inclusive no MMN.

NOTÍCIAS / CARREIRA&OPORTUNIDADES

4 atitudes que levam empreendedores à falência
Especialistas falam sobre quais comportamentos e ações são comuns em empresários que não conseguem fazer o negócio ter sucesso

São Paulo – Três a cada dez pequenas empresas abertas não sobrevivem aos dois primeiros anos de operação. A estatística do Sebrae mostra que o ambiente empreendedor brasileiro já evoluiu, mas ainda sofre com problemas básicos de gestão.
“A negação de que o negócio não esta indo bem é o primeiro problema”, diz Aloisio Bueno Buoro, professor de estratégia do Insper.
Reconhecer que seu negócio precisa de ajustes e não ignorar os problemas são os passos iniciais para que a empresa não faça parte dos casos de mortalidade. “O empreendedor não entende ou enxerga que a capacitação profissional dele como empresário é uma cosia fundamental para alavancar a empresa. Dono que não exercita a gestão e não faz planejamento pode deixar de ser dono em um período curto”, indica Reinaldo Messias, consultor do Sebrae-SP.
Com as pessoas certas por perto, é possível driblar os desafios e conseguir sucesso. “Às vezes, na ansiedade de crescer ele não dá a atenção devida principalmente a trazer pessoas para o negócio dele que contrabalancem o perfil dele na gestão”, afirma Marcos Simões, diretor de operações da Endeavor.
1. Falta de caixa
Não é à toa que este é o primeiro item desta lista. Para todos os especialistas, a causa mortis mais comum e grave de pequenas empresas é o problema com caixa. “Qualquer negócio morre quando não tem caixa, não tem dinheiro para pagar as contas”, diz Buoro.
Para Messias, ter um bom controle financeiro é condição essencial para o negócio dar certo. “Identifique quanto esta entrando e saindo e para onde está indo esse recurso. É uma boa dieta para evitar que o mal da falência acabe com a empresa”, afirma o consultor do Sebrae/SP.
Fazer bem o fluxo de caixa é importante principalmente no começo do negócio. “Não é ser expert em gestão de fluxo de caixa, mas trazer alguém que equilibre esse perfil”, indica Simões.

2. Tudo em um cliente
Quando uma pequena empresa consegue um grande cliente costuma ser motivo de comemoração. Vale, no entanto, se preocupar com a quantidade de vendas que um único cliente representa. “É aquela famosa brincadeira que a gente faz com o empresário: quando dá um resfriado no grande, você vai ter uma pneumonia”, diz Messias. Organize seus clientes para não ter muitos negócios nas mãos de poucos. Se um deles desfizer o combinado, a empresa pode falir.
3. Ego acima do lucro
Um comportamento muito centralizador e controlador pode ser muito prejudicial para a empresa. “É o comportamento do ego acima da necessidade do negócio buscar ser melhor”, diz Buoro. Para Messias, ser mais aberto e aceitar colaboração é o caminho para crescer. “O empreendedor deveria gerir as pessoas privilegiando o conhecimento que elas podem trazer de fora e despertar confiança”, indica.
4. Demorar para reagir
Insistir nos erros é um problema que pode levar muitas empresas para o buraco. “Quando ele percebe que as coisas não estão indo bem, precisa juntar esforços dentro da própria empresa para buscar a melhor alternativa”, diz Messias.
Neste momento, a teimosia pode ser uma verdadeira inimiga. “É importante entender que a teimosia é o nome da persistência quando dá errado. O principal que ele tem que entender são as limitações dele como empreendedor”, indica Simões. 
Fonte: Exame.com

quinta-feira, 27 de junho de 2013




Se você continuar sempre fazendo as mesmas coisas, ou ficar chorando esperando que o queijo velho volte, pode se tornar um ser extinto...não fiquei aí parado, coloque os seus sapatos de corrida e saia pelo labirinto para encontrar queijo novo....
"Quando você vence o medo sente-se livre!"
Você vai ficar aí parado?

segunda-feira, 13 de maio de 2013

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